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6 de out. de 2010

Código Florestal


A revista "Unesp Ciência",  edição Outubro/2010 - Ano 2 - nº 13,  trouxe o artigo "Novo Código Florestal: cadê a ciência?"   que questiona base científica da alteração do Código Florestal.
Segundo o referido artigo, o Projeto que altera a lei de proteção de florestas no país segue para o Congresso sem base científica nem contraponto a previsões de danos ambientais.

Mais sobre o assunto: 

íntegra do artigo aqui.
conheça o substitutivo do projeto de lei elaborado pelo deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP) aqui
tramitação do  PL-1876/1999

1 de out. de 2010

Acesso à água


"Estudo publicado na revista científica Nature indica que 80% da população mundial vive em áreas em que o abastecimento de água potável não é assegurado. De acordo o estudo, cerca de 3,4 bilhões de pessoas enfrentam as piores ameaças.
Segundo os pesquisadores, o hábito ocidental de conservar água para suas populações em reservatórios funciona para as pessoas, mas não para a natureza. Para os cientistas, os países em desenvolvimento não devem seguir esse caminho, mas investir em estratégias de gerenciamento hídrico que mesclem infra-estrutura com opções naturais, como bacias hidrográficas e pântanos.
Os cientistas prevêem uma piora do cenário nos próximos anos com o aumento da população e as mudanças climáticas. “O que mapeamos foi um padrão de ameaças em todo o planeta, apesar dos trilhões de dólares gastos em engenharias paliativas”, disse o responsável pelo estudo Charles Vorosmarty, do City College de Nova York, referindo-se a represas, canais e aquedutos usados para assegurar o abastecimento de cidades. No mapa das ameaças ao abastecimento, parte da Europa e da América do Norte aparecem em condições ruins.
Mas quando o impacto da infra-estrutura criada para distribuir e conservar a água é adicionado, as ameaças desaparecem destas regiões, à exceção da África, que parece estar rumando para a direção oposta. “O problema é que sabemos que uma fatia enorme da população mundial não pode pagar por estes investimentos”, disse Peter McIntyre, da Universidade de Wisconsin, que também participou da pesquisa. “Na verdade, estes investimentos beneficiam menos de um bilhão de pessoas, o que significa que excluímos a grande maioria da população mundial”, disse ele.
Mesmo em países ricos, esta não é a opção mais inteligente. Poderíamos continuar a construir mais represas ou explorar mais fundo o subterrâneo, mas, mesmo se tivermos dinheiro para isso, não é uma saída eficiente em termos de custo”, afirmou McIntyre.
 Os pesquisadores criticaram a forma como a água foi tratada no ocidente. Um exemplo citado é o abastecimento de água da cidade de Nova York, feito por fontes nas montanhas de Catskill. Essas águas historicamente não precisavam de filtragem até a década de 1990, quando a poluição “agricultural” mudou o cenário. A solução adotada, dizem, um programa de conservação de terras, se provou mais barata do que a alternativa de construção de unidades de tratamento. Para os pesquisadores, países desenvolvidos e os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China) não conseguirão investir em infra-estrutura de abstecimento os US$ 800 bilhões que o estudo julga necessários até 2015."

Notícia e imagem publicadas pela Redação Sociedade Sustentável em 30.09.2010 

Link para o artigo "Global threats to human water security and river biodiversity", publicado pela Nature.

7 de ago. de 2010

artigo


Filosofía del Derecho, conciencia ecológica y universalismo ético 
Escrito por Jesús Ballesteros   jueves, 29 de enero de 2009  

2 de mar. de 2009

Pensar o homem, pensar a natureza: construir o mundo pela perspectiva ecológica


Foi publicado no Vol. 3, Nº. 2, p. 155-168, junho de 2008, da Revista Eletrônica do Curso de Direito da UFSM, o artigo "Pensar o homem, pensar a natureza: construir o mundo pela perspectiva ecológica", de autoria de Alfredo de J. Flores, Albenir Itaboraí Querubini Gonçalves, Bruna Casimiro Siciliani, Cibele Almeida Nunes, Eduardo Corte Danelon, Joséli Fiorin Gomes, Marcos Pascotto Palermo, Tito Cláudio Moura Moreira e William Waschburger.
Resumo: "O projeto de extensão trata do modo de pensar pós-moderno aplicado ao meio ambiente. Notou-se que a separação moderna entre homem e o meio reflete na pós-modernidade o surgimento de ideologias pessimistas. No entanto, verificou-se que, para evitar seus nefastos resultados, deve-se repensar a natureza pela vinculação da ética ambiental às relações humanas e repensar o homem na sua interdependência ecológica".

Confira a íntegra do artigo.

26 de jan. de 2009

Consumo e meio ambiente: proposta de um novo papel do consumidor em prol da preservação ambiental



Foi publicado o artigo "Consumo e meio ambiente: proposta de um novo papel do consumidor em prol da preservação ambiental", de autoria de Alfredo de J. Flores e Albenir I. Querubini Gonçalves, na Revista Educando (ISSN 1809-4295), Porto Alegre, ano 3, edição nº 18, nov./dez., 2008.


Veja a íntegra do artigo.

8 de jan. de 2009

Interfaces acadêmicas: um mosaico de experiências na extensão universitária



Consta no número 3 da ComUni- Revista Interdisciplinar de Extensão Universitária do UniRitter - o artigo "Interfaces acadêmicas: um mosaico de experiências na extensão universitária", o qual se trata de um relato das atividades realizadas no âmbito do Projeto de Extensão “A metodologia jurídica na pós-modernidade”, vinculado ao Departamento de Direito Público e Filosofia do Direito da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.



A íntegra do artigo está acessível aqui.

Artigo: Ecopersonalismo e Direito ao Meio Ambiente


Foi publicado no Vol. 3 Nº. 1 – 2008 da Revista Eletrônica do Curso de Direito da Universidade Federal de Santa Maria, o artigo “Ecopersonalismo e Direito ao Meio Ambiente”, de autoria de Jesús Ballesteros.
O artigo apresenta uma reflexão sobre as conseqüências, no âmbito do direito ao meio ambiente, das diferentes concepções sobre a relação entre o ser humano e a natureza, isto é, o modelo tecnocrático, o biologista e o ecológico-personalista.



Íntegra do artigo aqui.
O artigo também se encontra disponível na Biblioteca Digital do Superior Tribunal de Justiça-BDJur.
Referência do artigo no repositório da Scientific Commons.