25 de jan. de 2011
IBAMA publica relatório sobre agrotóxicos
6 de out. de 2010
Código Florestal
tramitação do PL-1876/1999
1 de out. de 2010
Acesso à água
“Mesmo em países ricos, esta não é a opção mais inteligente. Poderíamos continuar a construir mais represas ou explorar mais fundo o subterrâneo, mas, mesmo se tivermos dinheiro para isso, não é uma saída eficiente em termos de custo”, afirmou McIntyre.
Os pesquisadores criticaram a forma como a água foi tratada no ocidente. Um exemplo citado é o abastecimento de água da cidade de Nova York, feito por fontes nas montanhas de Catskill. Essas águas historicamente não precisavam de filtragem até a década de 1990, quando a poluição “agricultural” mudou o cenário. A solução adotada, dizem, um programa de conservação de terras, se provou mais barata do que a alternativa de construção de unidades de tratamento. Para os pesquisadores, países desenvolvidos e os Brics (Brasil, Rússia, Índia e China) não conseguirão investir em infra-estrutura de abstecimento os US$ 800 bilhões que o estudo julga necessários até 2015."
16 de set. de 2010
Camada de Ozônio: ONU anuncia que os esforços mundiais deram resultado
29 de ago. de 2010
"Manejo florestal pode render mais que pecuária e cultivo de grãos, diz estudo"
5 de ago. de 2010
"Estudo aponta a importância dos animais para a floresta amazônica"
O trabalho, baseado na tese de doutorado Ecologia das Florestas do Baixo Japurá, aponta a existência de três tipos de floresta na região, a de várzea, a de terra firme e a de igapó. A semeadura por animais, também chamada de zoocoria, mostrou-se predominante em todas as florestas pesquisadas. “Espécies com dispersão por vetores bióticos (animais) e abióticos (vento e água) foram relativamente comuns em todos os tipos de florestas”, afirma Luciane.
11 de mai. de 2010
"Perda de biodiversidade já ameaça economia, diz ONU"
"A humanidade criou a ilusão de que, de alguma forma, é possível se virar sem biodiversidade, ou de que isso é periférico no mundo contemporâneo", disse ele.
"Na verdade, precisamos dela mais do que nunca em um planeta com seis bilhões de pessoas indo a nove bilhões em 2050."
Segundo a ONU, quanto maior for a degradação dos ecossistemas, maior será o risco de que elas percam grande parte de sua utilidade prática para o homem.
Exemplo brasileiro
Outras informações sobre o Global Biodiversity Outlook 3:
Conheça também o Portal Brasileiro sobre Biodiversidade - PORTALBio
19 de abr. de 2010
"Lavoura sustentável aumenta safra e lucro", diz estudo
22 de mar. de 2010
"Água poluída mata mais do que todos os tipos de violência, alerta ONU"

"O consumo e o uso de água não tratada e poluída matam mais do que todas as formas de violência, segundo relatório divulgado hoje (22.03.2010), no Dia Mundial da Água, em Nairóbi, no Quênia, na África. O documento intitulado Água Doente foi elaborado pelo Programa para o Meio Ambiente das Nações Unidas (Unep, na sigla em inglês de United Nations Environment Programme). O estudo afirma que pelo menos 1,8 bilhão de crianças com menos de 5 anos de idade morrem por ano em decorrência da “água doente” – o que representa uma morte a cada 20 segundos. Por isso, alerta para a necessidade de adoção de medidas urgentes.
De acordo com o relatório, as populações urbanas deverão dobrar de tamanho nas próximas quatro décadas. A projeção é que os números subam dos atuais 3,4 bilhões para mais de 6 bilhões de pessoas. Nas grandes cidades já há carência de gestão adequada das águas residuais em decorrência do envelhecimento do sistema, de falhas na infraestrutura ou de esgoto insuficiente.
“Isso significa que mais pessoas agora morrem [por causa] de água contaminada e poluída do que de todas as formas de violência, inclusive guerras. A água contaminada é também um fator chave no aumento de vidas vegetais e animais mortas em mares e oceanos de todo o mundo”, diz o documento, informando que 2 bilhões de toneladas de resíduos são jogadas em águas de todo o mundo por ano.
Segundo o documento, substâncias que compõem um poluente de águas residuais, como nitrogênio e fósforo, podem ser úteis na produção de fertilizantes para a agricultura. O alerta é acompanhado pela informação de que 10% da população mundial consomem alimentos alimentos cultivados com águas residuais para irrigação e adubação.
“É um desafio que vai aumentar, pois o mundo sofre rápida urbanização e industrialização, além de crescente demanda por carnes e outros alimentos, a não ser que se tomem medidas decisivas”, adverte o estudo".
Notícia publicada pela Agência Brasil (por Renata Giraldi). (Imagem: Folha OnLine)
sobre o Relatório Clearing the Waters: A Focus on Water Quality Solutions
"The publication addresses the urgency of controlling pollution and preserving water quality around the world. The past few decades have focused on the importance of water quantity in meeting basic human and ecosystem needs for water. Water quality is as important as water quantity for satisfying human and environmental needs, and yet has received far less investment, scientific support, and public attention. An overview of water-quality challenges details the contaminants and human activities that affect water quality. Water quality impacts human health, water quantity, livelihood, and economic activity, and climate change. Emerging contaminants, population growth and urbanization also present additional stresses to water quality. This publication quantifies the issues and uses case studies to illustrate both problems and solutions. With an emphasis on water-quality solutions, strategies for water-quality institutions and data, pollution prevention, treatment, and ecological restoration are laid out, with mechanisms to further the goal of clean water for a healthy world. It concludes by highlighting the main findings and key policy recommendations" (maiores informações aqui).
Download do relatório aqui.
19 de jan. de 2010
Relatório sobre o Desenvolvimento Mundial 2010: Desenvolvimento e Mudança Climática

"Relatório sobre o Desenvolvimento Mundial 2010: Desenvolvimento e Mudança Climática", publicação do Banco Mundial.
"Os países em desenvolvimento podem mudar suas pegadas de carbono enquanto promovem o desenvolvimento e reduzem a pobreza, mas isso depende de assistência técnica e financeira de países de alta renda, de acordo com o Relatório sobre Desenvolvimento Mundial 2010: Desenvolvimento e Alterações Climáticas. (World Development Report 2010: Development and Climate Change).
Países de alta renda também precisa agir rapidamente para reduzir as suas pegadas de carbono e impulsionar o desenvolvimento de fontes alternativas de energia para ajudar a combater as alterações climáticas. Se agirmos agora, um mundo "climaticamente inteligente" é possível e os custos para atingi-lo serão altos, mas ainda administráveis. Mas para atingirmos esta transformação, destaca o Relatório, precisamos agir agora, agir juntos e agir de modo diferente".
(sobre a publicação, clique aqui)
Mais:
Resumo executivo em português. (*.PDF - 50 p.)
Texto completo (em inglês)
Site do Banco Mundial sobre mudança climática: www.worldbank.org/climatechange
8 de jan. de 2010
La economía del cambio climático en América Latina y el Caribe. Síntesis 2009

"El cambio climático global, expresado fundamentalmente en el aumento de la temperatura media, las modificaciones en los patrones de precipitación, el alza del nivel del mar, la reducción de la superficie cubierta por nieves y glaciares y la modificación de los patrones de los eventos extremos, representa uno de los grandes desafíos para la humanidad en este siglo. Sus consecuencias en las actividades económicas, la población y los ecosistemas son significativas y, en muchos casos, irreversibles. El reto de adaptarse a las nuevas condiciones climáticas y participar, simultáneamente, en una estrategia internacional de mitigación supone costos económicos de tal magnitud que hacen del cambio climático un factor condicionante esencial de las características y opciones de desarrollo económico en las próximas décadas.
El cambio climático tiene particular relevancia para los países de América Latina y el Caribe debido a las características socioeconómicas, institucionales y geográficas de la región. La elevada sensibilidad climática de algunas de sus actividades económicas, como la agricultura o el turismo, las pérdidas potenciales de biodiversidad o de vidas humanas e, incluso, los riesgos potenciales de sufrir eventos climáticos extremos revelan la importancia del análisis económico del cambio climático para la formulación de una estrategia de desarrollo sostenible a largo plazo, que cuente con un sólido fundamento científico y un amplio consenso social. El carácter global del cambio climático, su comportamiento económico como externalidad negativa, el alto nivel de incertidumbre y la necesidad de implementar una administración de riesgos apropiada conducen a un intenso debate sobre los aspectos éticos y de equidad, las magnitudes intertemporales del fenómeno, los canales de transmisión de los daños, los costos económicos y las mejores opciones para enfrentarlos.
En este documento se presenta un análisis económico agregado del cambio climático en América Latina y el Caribe basado en los estudios nacionales y subregionales de la economía del cambio climático en la región. En él se recoge una síntesis de los resultados obtenidos y solo algunos temas se abordan con mayor detalle. Las conclusiones que se presentan son preliminares y con ellas se intenta contribuir a una mejor comprensión del fenómeno económico del cambio climático y a la búsqueda de posibles soluciones. Para este estudio, que se realizó en un período relativamente corto, se contó con la estrecha colaboración de los Gobiernos de Alemania, Dinamarca, España y el Reino Unido, así como de la Unión Europea, los gobiernos de la región, el Banco Interamericano de Desarrollo (BID), el Mecanismo Mundial de la Convención de las Naciones Unidas de Lucha contra la Desertificación y una amplia red de instituciones académicas y de investigación. No obstante, la responsabilidad por las estimaciones económicas que se presentan corresponde solo a los autores y no compromete a las instituciones respectivas".
Download do relatório aquí.
7 de jan. de 2010
Climate Change Science Compendium 2009

"Climate Change Science Compendium 2009", publicação do PNUMA/ONU (em inglês).
Resumo:
"Desde a perda de geleiras até a acidificação dos oceanos - Os impactos das Mudanças Climáticas surgem cada vez mais rápido. O Climate Change Science Compendium é uma análise realizada a partir de 400 grandes constribuições científicas para a nossa compreensão dos sistemas terrestres e do clima que foram lançadas nos últimos três anos por meio de literaturas revisadas por especialistas ou por instituições de pesquisa".
Download aqui.
10 de dez. de 2009
Brasil pode sofrer colapso no abastecimento
"Dois terços das cidades brasileiras operam no limite da capacidade de fornecimento de água, segundo a Agência Nacional das Águas (ANA). O estudo mostra que as cidades podem entrar em colapso no abastecimento caso não sejam realizadas ampliações nas instalações atuais.
Para garantir a oferta de água, seria necessário investimento de R$ 18,2 bilhões até 2015. Segundo a ANA, o colapso pode ocorrer às vésperas da Olimpíada de 2016 ou logo depois da Copa de 2014, ambas no Brasil".
Fonte: Zero Hora, edição de 10.12.2009.
Veja ainda: íntegra da notícia divulgada pela Agência Nacional de Águas
Atlas de Abastecimento Urbano de Água







